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quinta-feira, 29 de março de 2012

[RESENHA] Jogos Vorazes — Suzanne Collins


Olá!
Depois de dois meses sumido eu apareço com muitas novidades! =)
E pra começo de conversa venho falar do meu novo companheiro-impossível-de-largar... Jogos Vorazes. [sim, esse mesmo]

~~x~~


Título Original: “Hunger Games”
Título no Brasil: “Jogos Vorazes”
Autora: Suzanne Collins
Editora: Rocco Jovens Leitores
Ano da publicação original: 2008
Gênero: Sobreviventes/Programa de Televisão/Ficção Científica Norte-Americana
Nº de páginas: 399
Nota: 4 oincs (ótimo)

No futuro, após o mundo ser assolado por enchentes, guerras e toda a sorte de desventuras, a antiga América do Norte se une em um único país: Panem. Que é dividido em treze distritos mais a Capital, cada um com uma função para o bem comum.
Mas setenta e cinco anos antes do começo da história, o Distrito Treze se levantou contra a Capital e foi obliterado; assim os outros doze distritos foram domados pela irascível Capital. Para que nenhum deles se levantasse outra vez foram criados os Jogos Vorazes: um reality show onde vinte e quatro adolescentes (tributos), um menino e uma menina de cada distrito, são colocados em uma arena para uma batalha sangrenta de onde apenas um sai vivo.


Eu descobri essa história pelo site Omelete, quando eles deram a notícia da adaptação para o cinema, em 2010. Devo confessar que num primeiro momento não me chamou a atenção, por ser uma história de um futuro catastrófico e pessoas lutando até a morte numa espécie de BBB do mal. O tempo foi passando e as pessoas vinham me falar cada vez mais maravilhadas com a narrativa descabeladoramente viciante de Suzanne Collins.
O fato é que eu fiquei tão curioso que comecei a pesquisar sobre, entrei em concursos de outros blogs para ganhar a trilogia... e nada.
Até que duas semanas atrás o Submarino veio com uma promoção muito boa, e eu já estava me contorcendo para ler JV, comprei.

CUIDADO! SPOILERS!

Agora vem a segunda parte da confissão, hahaha.
Num primeiro momento eu quase me arrependi de ter comprado os três de uma única vez, pois a narrativa é meio lerda, mas eu tenho uma teoria infalível: “todos os livros ficam bons a partir do terceiro capítulo”. Assim foi.
A cada nova página, parágrafo e detalhe, Katniss Everdeen me conquistou com seu jeito forte e seu drama pessoal. Me apaixonei com o jeito como Suzanne consegue passar a fome e a miséria de uma maneira tão real que eu sentia apertos no estômago.
Imagens lindas, personagens inesquecíveis [como não odiar Effie Trinket e seu jeito fútil para amá-la poucas páginas depois pelo mesmo motivo?] e o velho e bom dilema romântico. Ingredientes conhecidos de todos nós, seja em livros, filmes ou novelas.
No momento em que Katniss se voluntaria para os sangrentos Jogos à troco da irmã mais nova ficar sã e salva no Distrito 12 tudo muda. Mas o seu par é o filho do padeiro, Peeta Mellark, o garoto que salvou ela e a família de morrer de inanição quando lhe deu dois pães meio queimados.
Agora, ela e Peeta terão de enfrentar a maníaca arena dos Jogos da Capital para encontrar muitos perigos e alguns companheiros que podem mudar os rumos não apenas da 74ª edição dos Jogos Vorazes, mas de toda a Panem.
Tudo em Jogos Vorazes faz sentido, desde a Capital fascista até a futilidade amável de Effie. Um leque de personagens que não cansam de nos surpreender [um viva à Peeta!] e mudar de planos e direções sem dar uma única pista antes.
A trilogia de Suzanne Collins conseguiu se tornar a que mais me marcou desde Fronteiras do Universo, agora existem duas histórias que realmente fazem sentido.
Só que em Fronteiras do Universo o romance aparece no final do último livro, e não faz falta nos dois primeiros; em Jogos Vorazes o romance se torna o fio condutor da ação, pois sem ele a história ficaria muito densa e pesada.
Se J. K. Rowling é uma bruxa, Suzanne Collins é uma maga!
hahahahaha

A versão cinematográfica de Jogos Vorazes estreou Sexta passada e vale muito a pena assistir.

Resenha de Em Chamas (a continuação de JV)
Resenha de A Esperança (o final da trilogia JV)

Bem, é isso!
Sigam-me os bons: @drigodl

Até...

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